quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Odontologia Intra-Uterina




A visita da gestante ao odontopediatra vai além de uma consulta convencional.

A mulher quando suspeita de uma possível gravidez, logo faz um exame de BHCG e obtém o resultado. Esperado ou não, está ali a prova concreta de que dentro de seu ventre tem um bebezinho em formação. 

Normalmente a primeira conduta da futura mamãe frente a esta situação é agendar uma consulta com o ginecologista e obstetra, conduta esta especialmente prudente e correta.

Os nove meses de desenvolvimento do bebê passam rápido e diante da correria dos preparativos e entre consultas mensais ao seu médico de pré-natal, a gestante, pode se esquecer de agendar um horário com seu dentista. 

Muitas vezes, o motivo é outro. O medo de procurar o dentista e passar por “riscos” como uso de anestésicos, tomadas radiográficas, stress e desconfortos faz com que a consulta odontológica seja adiada para o pós-parto. Sabe-se hoje, que estes “riscos” não existem e que a odontopediatria, (odontologia especializada em crianças) possui protocolos altamente seguros e específicos no atendimento de gestantes. 

A Odontologia evoluiu e a prevenção é o fundamento básico da odontologia moderna. Por isso, é de suma importância que a futura mamãe procure um odontopediatra ainda no primeiro trimestre de gestação para que seja dado inicio ao seu programa de pré-natal odontológico.  

Benefícios do Pré-Natal para a gestante: 
- Melhora das náuseas e acidez bucal. A dieta fracionada recomendada e os desconfortos como náuseas, enjôos e vômitos deixam a boca da gestante mais ácida e proporcionalmente com mais riscos de cárie dentária. Isto ocorre porque a freqüência de escovação dentária deve ser aumentada e nem sempre isto acontece.  
- Redução da placa bacteriana. A gestante possui maior vascularização sanguínea na gengiva que somada com os hormônios da gravidez e higiene bucal inadequada favorece o aparecimento da gengivite gravídica e doenças periodontais. 
- Tratamento especializado e consciente. Estudos científicos comprovam que infecções bucais da mãe no período gestacional estão relacionadas a partos prematuros, bebês de baixo peso e pré- eclampsia (pressão alta, inchaço e proteína na urina) 

Benefícios do Pré-Natal Odontológico para o Bebê: 
- Vínculo entre Profissional e Paciente. A prevenção do bebê já começa dentro do útero da mãe, sendo a futura mamãe a peça fundamental de todo esse processo.

- Informações e Orientações importantes: O desenvolvimento da cavidade oral da criança inicia-se nas primeiras semanas após a concepção, os dentes decíduos (de leite) começam a se formar na sexta semana de gestação e os dentes permanentes na quinto mês de vida intra-uterina .
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- Esclarecimentos de Dúvidas: Estudos* comprovam que o paladar do bebê começa no quarto mês de gestação e está condicionado pelas escolhas alimentares da grávida, por isto as mães são orientadas nas consultas de pré-natal a evitar a ingestão de açúcar, para que o feto, futura criança, não desenvolva uma atração exagerada por estes alimentos. Além de todos estes fatores mencionados muitos outros devem ser abordados em consultas de pré-natal odontológico. O acompanhamento periódico para profilaxia profissional, orientações em toda fase gestacional, preparo para o aleitamento materno, cuidados especiais com a higiene bucal em casa, esclarecimentos de dúvidas quanto à chupeta e mamadeira. Sendo assim, a futura mamãe terá maior preparo, segurança e tranqüilidade para receber seu bebê e com um sorriso muito mais bonito com certeza!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A chegada dos dentinhos do bebê





Não é via de regra, a chegada (erupção) dos dentinhos dobebê costuma trazer desconfortos e alguns sintomas como:
- Febre
- Irritabilidade
- Coceira na gengiva
- Aumento da salivação
- Falta de apetite
- Diarreia
- Distúrbios do sono
- Corrimento nasal
A dúvida é: Estes sintomas realmente estão relacionados com a erupção dos dentes mesmo ou é mera coincidência?
Sim, eles ocorrem e estão relacionados direta ou indiretamente com a erupção dos dentes.
Um estudo feito por pesquisadores brasileiros e publicado no Pediatrics Official Journal of the American Academy of Pediatrics, revela um aumento pouco significativo de temperatura do organismo (aproximadamente 0,12°C), teoricamente não justificando febre, entre os dias que antecederam a erupção e o dia em que esta realmente acontece. A manifestação de alguns sintomas é dada pelo aumento na quantidade de enzimas no processo de erupção dental e acontece no dia exato da erupção, quando a gengiva é realmente rompida e no primeiro dia subsequente a ela.
Porém alguns sintomas podem levar a criança a ter alterações em seus hábitos como por exemplo colocar objetos e as mãos com maior frequência na boca aumentando o contato de bactérias e as levando a cavidade bucal, deglutindo-as. Estas bactérias poderão agredir o estômago e intestino provocando diarreia, febre e desconforto. Até mesmo a queda de imunidade.
Conclusão, a erupção dos dentes está diretamente relacionada ao aumento da salivação, coceira, irritabilidade e distúrbios do sono e indiretamente relacionada a diarreia, febre, corrimento nasal e baixa imunidade.
O que fazer então?
De uma maneira geral forrar o piso onde a criança senta e engatinha, esterilizar com maior frequência os objetos e brinquedos que a criança tem acesso, lavar sempre as mãos do bebê, oferecer mordedores apropriados (de acordo com a recomendação do odontopediatra) e deixar a criança calma, oferecendo banhos relaxantes, massagens e brincadeiras lúdicas para que ela possa “esquecer” o desconforto gengival.

Mitos e Verdades sobre Pré-Natal Odontológico

A educação para saúde é que permite o crescimento saudável de nossas crianças. 

É fundamental considerarmos o papel dos pais neste processo, pois especialista algum pode fazer por uma criança o que os pais podem. 

A gestação é importante porque em nenhum outro período da vida os pais estarão tão abertos a informações como no período pré-natal.

A cavidade bucal é o portal da saúde, pois é através da BOCA que mastigamos, ingerimos alimentos e nos comunicamos.

 Qualquer infecção na cavidade bucal pode alterar as funções do organismo, colocando em risco a saúde geral do indivíduo. 

Na gestante, em particular, os cuidados odontológicos devem ser redobrados, já que a saúde bucal comprometida na gravidez também pode afetar a saúde da mãe e do bebê. 

Existe ainda, infelizmente uma relação negativa entre gravidez e a visita ao dentista. Esta relação se dá ao mito de que o atendimento às gestantes somente deve ocorrer:
- Em casos eletivos;
- No segundo trimestre da gestação
- Com o adiamento para a fase pós-parto.

O comportamento limitador da pratica odontológica é atribuído devido a estas crenças poderosas, sem fundamentos científicos. 

O fato da mulher estar grávida não deve ser motivo para adiar um tratamento odontológico. 

É EXATAMENTE POR ESTAR GRÁVIDA QUE ELA PRECISA DE DENTISTA.

É necessário que a gestante deva procurar cirurgiões dentistas capacitados para atendê-la. 

Há profissionais especializados e devidamente preparados para o atendimento tanto preventivo quanto curativo de gestantes. 

Estes profissionais observam criteriosamente as modificações gravídicas sistêmicas, as características de cada fase gestacional e as modificações na cavidade bucal para atendimento qualificado e eficaz promovendo a saúde da mãe e do bebê.


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A salivação aumenta na gravidez?

VERDADE
Embora ainda não tenha causa conhecida, a hiperatividade das glândulas salivares nos primeiros meses da gestação realmente acontece. Possivelmente devido a alterações hormonais. O aumento da salivação costuma provocar náusea e vômito. Esse aumento de fluxo salivar cessa por volta do terceiro mês em coincidência com o desaparecimento da emesis gravídica (enjôos, náuseas e vômitos).
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Existe um aumento da incidência de cárie na gestação porque os dentes ficam “fracos”?

MITO
O aumento da cárie na gestante é possivelmente determinado por:
1)Possíveis negligências com a higiene bucal,
2)Maior exposição do esmalte (dente) ao ácido gástrico (vômitos)
3)Alterações de hábitos alimentares resultantes do fato de estar grávida.
4)Com a compressão do feto diminui a capacidade volumétrica do estômago e, conseqüentemente, a gestante alimenta-se em pequenas quantidades. Sendo assim, aumenta a freqüência das refeições as quais incluem variavelmente alimentos cariogênicos (açúcar, doce).
5) Alterações hormonais ao final da gestação, provocam um declínio na capacidade tampão dos dentes (proteção que vem da saliva) desequilibrando o ecossistema bucal podendo estar mais susceptível à cárie.
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A gengiva sangra e fica dolorida durante a gestação?
VERDADE

O aumento no nível circulante da progesterona causa uma maior vascularização do periodonto (tecidos envolvidos na fixação do dente ao ossos), deixando a gengiva com tendência ao sangramento. Essa alteração é chamada de gengivite gestacional que é um processo inflamatório causado pelo biofilme (placa bacteriana). Esta pode ser uma exacerbação de um quadro subclínico presente anteriormente ao processo gestacional. A gengiva apresenta-se brilhante, flácida, cor vermelha viva ou carmim, dolorida e sangrando com facilidade.
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Uma Infecção bucal pode desencadear riscos ao bebê?
VERDADE

Se houver somatória de fatores como estresse, uso de tabaco, mudanças psicológicas, pode ocorrer um agravamento patológico na gengivite provocando infecção chamada periodontite na gravidez.
Existem evidências científicas da doença periodontal presente na gestante ligada a fatores extrínsecos que podem ser um fatores de risco bastante significativos: o nascimento de bebês prematuros e abaixo do peso. Existem estudos recentes que mostram também a possível relação entre a doença periodontal existente na gestação com a pré-eclampsia e eclampsia (hipertensão). Portanto, a infecção bucal agravada e não tratada pode colocar em risco sim a saúde geral da mãe e do bebê pois estas bactérias responsáveis pela infecção periodontal são disseminadas pela corrente sanguínea ao organismo.
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Perder o dente por falta de cálcio é uma ocorrência natural da gestação?
A mulher perde cálcio dos dentes para formar as estruturas mineralizadas do bebê?

MITO
A verdade é que os dentes não participam do metabolismo sistêmico do cálcio. O Cálcio é proveniente da alimentação.

A gestante deve higienizar os dentes com mais freqüência e estar presente no consultório odontológico para profilaxia profissional?

VERDADE
Gestantes com bom controle de biofilme (placa bacteriana) não são acometidas por doenças de gengiva. Faz-se sempre necessária a instrução para a escovação e uso de fio dental. Ainda assim a única limpeza 100% eficaz é a profilaxia profissional dentro de um consultório odontológico e esta consulta também é de extremo valor pela sensibilização da gestante sobre a importância da boca como uma porta de entrada para saúde ou para a doença. A consulta de pré-natal odontológica ideal é mensal podendo ser trimestral em alguns 

Manchas nos dentes das crianças, saiba o por quê!



As manchas nos dentes aparecem por diversos fatores, por isso a anamnese e avaliação inicial no dentista é fundamental para diagnostico.

Desde a gestação os cuidados maternos com a  saúde da mãe interferem na dentição da crianca que esta pór vir, isto porque os dentinhos de leite começam a se formar na 14? Semana de gravidez. Quando a mãe passa por infecções durante o período gestacional (infecções de urina, dentaria ou sinusite por exemplo e que são comuns) devem ser tratadas adequadamente, pois estas alterações podem refletir em manchas futuras na dentição infantil chamadas de hipoplasias.

O mesmo acontece com infecções na primeira infância quando se formam os dentes permanentes, que se formam dentro da gengiva e só conseguimos ve-los através de radiografias. (Toda vez que seu filho precisou tomar antibiótico, foi para combater alguma infecção) . Neste caso as infecções podem refeletir em manchas nos dentes permanentes.

As manchas podem aparecer também devido a traumas dentários, quando a criança cai e bate o dente, este deve ser avaliado e acompanhado até sua esfoliação (quando o dente cai). 

Algumas manchas são de origem hereditária 

E algumas vindas por intoxicação por FLUOR, sim, aquele fluor tão benéfico como se diz é veneno e pode inclusive matar. 

Aqui vai uma atenção:o fluor!

O fluor é muito bem visto pela odontologia acadêmica, estudos realmente indicam sua ação positiva na desmineralizao dentaria (quando o dente esta doente já), porém não podemos exagerar, sendo uma substancia altamente toxica, o fluor deve ser evitado especialmente durante a primeira infância sendo recomendado seu uso tópico pelo profissional dentista em consultório odontologico somente quando necessário. 

Verifique as pastas de dente SEMPRE, aquelas com fluor precisam ficar em locais altos fora do alcance de crianças, principalmente as infantis (infelizmente as infantis tem gosto bom e a criança se sente atraída para deglutir) Use sempre pasta de dente SEM fluor em seus filhos pequenos e siga as recomendações do dentista.

A mancha pelo fluor chama-se fluorose, e podem apresentar diversos níveis acometem todos os dentes permanentes, são reflexos da intoxicação pelo fluor na primeira infância.

Procure sempre um profissional especializado (odontopediatra) para diagnosticar alterações bucais e dentarias de seus filhos!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Cuidado com a escovação escolar !


A escola precisa ensinar a higiene bucal de uma forma pedagógica, mostrando sua importância com objetivo de motivar, incentivar, alertar. Porém quem ensina a técnica de escovação é o dentista. 

A técnica de escovação aplicada a uma criança depende de sua maturidade motora e cognitiva, observada pelo profissional especialista em odontopediatria que aplicará a técnica de escovação de acordo com desenvolvimento da criança.

Deve ser ensinada em ambiente clinico e não escolar. Em grande parte da infância quem escova realmente os dentes da criança é um adulto. A escola é um coadjuvante neste processo.

Os cuidados com a biosegurança em ambientes coletivos são exigidos pela vigilância sanitária para prevenção de transmissibilidade de doenças e bactérias. 

A escovação coletiva, sobretudo em turmas numerosas, em que não há como dar atenção individual, as crianças levam seus “kits de escovação” mesmo que individuais, a um escovódromo (várias pias), colocam suas pastas dentais, escovam “brincando” com a supervisão de um professor ou monitor estão, na verdade, propagando uma troca de microorganismos grande, distorcendo a  intenção primária de promover saúde bucal. Observa-se que neste contexto, cuidar dos dentes geralmente é o que menos acontece na hora da escovação.

O ideal é que as crianças que estudam meio período diário, seus pais tenham a orientação por parte do odontopediatra que acompanha esta criança a higienizar seus dentes antes de ir a escola e quando retornar, sem a necessidade de higiene bucal dentro da escola.

As crianças que estudam período integral, a orientação é a mesma, além de precisar ter na escola um profissional (sendo este monitor, recreador, professor) que seja bem orientado por um profissional dentista para fazer a higiene bucal individual de cada aluno após o almoço e o jantar. Mantendo todas as precauções quanto a higienização das escovas, datas de trocas, pastas sem flúor e técnica de escovação correta.

Verifique o estudo científico: “As creches e pré-escolas e as doenças transmissíveis”

J Pediatr (Rio J). 2007;83(4):299-312: Daycare, infection, infection control, infectious diseases.

Indico a todas as escolas o melhor projeto escola já visto: Projeto Escola TopDent, que trabalha de acordo com as normas de biossegurança, tem um material pedagógico exclusivo e orientações 

Como preservar a escova dental do meu bebê?

Quando erupciona o primeiro dentinho do bebê, este já deve ter sua própria escova de dente (sim, aquela com cerdas, com cabo de preferência própria para bebês), Com dois dentinhos, o bebê já pode ter seu fio dental (isso mesmo!) e quando ele já segurar a escova e colocá-la na boca sozinho já pode ter a pasta de dente SEM FLUOR (ver no rótulo). Mas quem deve escovar os dentinhos dele é um adulto !!!! E quem deve cuidar do seu kit higiene bucal também é um adulto, e muito bem cuidado, vejamos porque...



Onde costumamos guardar nossas escovas de dente?

No banheiro.

Pois então, o kit do bebê não deve (e de ninguém da família) ficar exposto no banheiro, já que é o lugar mais contaminado da casa, estudos ciêntificos já comprovaram a existência de  coliformes fecais vindos dos vasos sanitários alojados nas cerdas das escovas.

A escova do bebê deve ser trocada da forma ideal mensalmente podendo se estender para no máximo trimestralmente, não passando deste prazo.

A limpeza da escova do bebê deve ser feita complementada com antisséptico bucal (este só deverá ser usado para este fim, não deve-se usar na boca do bebê jamais). Uma dica é colocar  o antisseptico bucal em frascos de plástico ou vidro, em forma de spray e borrifar 1x ao dia, de preferência a noite nas cerdas da escova.

A sequencia de limpeza após escovação noturna da boca do bebê:
1.     Lavar em água corrente
2.     Eliminar o excesso de água batendo o cabo da escova na pia (não usar toalha para secar)
3.     Borrifar antisséptico bucal nas cerdas
4.     Deixar escorrer em uma prateleira com as cerdas voltadas para baixo por 5 minutos
5.     Guardar com protetor de cerdas num estojo próprio junto com fio dental e pasta dental em armário.
6.     Na próxima escovação ANTES de usar a escova dental em seu bebê, lave com água filtrada bem lavado.

Vale lembrar que estudos mostram quando as escovas não são bem higienizadas, existem cerca de 900 espécies de bactérias capazes de sobreviver por 24 horas entre as cerdas, prontas para "voltar ao lar" na próxima escovação. 

Cuidado nunca é demais, ainda mais tratando da saúde bucal dos nossos filhos!

O que fazer em caso de trauma dentário infantil?


As quedas são muito comuns em bebês que engatinham ou dão os primeiros passos, quando isso acontece normalmente os pais levam a um pronto socorro mesmo quando a região afetada é somente a boca, já que é um local de alta vascularização e o sangramento existe em abundância.

A primeira coisa fazer é manter a calma, a criança irá refletir o desespero dos pais ou responsáveis quando estiverem nervosos.

Coloque sobre o ferimento um pano limpo (ou gaze esterilizada) e pressione bem para controlar o sangramento. Poderá posteriormente fazer uma compressa com gelo. O ideal é ligar imediatamente para um odontopediatra (dentista especialista em atender crianças) para descrever o ocorrido, pois o sucesso do tratamento, poderá depender do período de tempo entre a ocorrência do traumatismo e a atuação do profissional.

A queda pode provocar algumas situações em que somente um profissional poderá avaliar a gravidade da situação, diagnosticar e tratar.


  •         Corte labial ou gengival
  •         Mobilidade dental
  •         Deslocamento dental lateral ou intruir (entrar) ou extruir (sair parcial ou total)
  •         Mudança de cor da coroa do dente (após alguns dias)
  •         Fraturar o dente - neste caso deve-se, se possível “guardar” o fragmento do dente em recipiente limpo com soro fisiológico ou leite e levar para o dentista o quanto antes, para uma possível restauração dentária e retirar bordas cortantes do pedaço do dente que ficou na boca)
  •         Avulsão dentária (perda do dente) - neste caso deve-se, se possível,  “guardar” o fragmento do dente, se for de dente decíduo (de leite) não será reimplantado, não se deve, mas o dentista verificará se o dente avulsionou íntegro. Em crianças maiores, caso o dente seja permanente deve “guardar” o fragmento em recipiente limpo com soro fisiológico ou leite e levar para o dentista o quanto antes, neste caso pode-se tentar um reimplante.

Em todos os casos de traumas que envolve estrutura dentária, o acompanhamento radiográfico e clinico deve ser frequente e permanente, portanto não exite de procurar um profissional especializado em odontopediatria para acompanhamento.